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+ do mesmo!

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         Recentemente no programa do Fantástico, a rede Globo exibiu uma reportagem promovendo o ativismo gay e criticando com muita sutileza o pastor e deputado federal Marco Feliciano. A postura da Globo não é nenhuma novidade diante de terríveis ataques contra os evangélicos promovidos pela mesma. O motivo que me leva a escrever sobre este caso não é a rede Globo, mas a igreja. A forma como a igreja se comporta e reage diante de tantos ataques e jogos. A Globo pode fazer o que quiser: ridicularizar os evangélicos em novelas, minisséries e programações, promover a ditadura gay, zombar dos princípios do Reino de Deus, escarnecer os pregadores do Evangelho, favorecer os opositores da igreja, divulgar a destruição familiar, exibir cenas de sexo em horário inadequado, etc. NÃO TEM PROBLEMA! Depois ela só precisa oferecer as migalhas de um tal “troféu” promessas que os evangélicos vão correndo atrás como se fossem cachorrinhos famintos. A m...

Consumidores da barbárie

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Numa sociedade que lamentavelmente cultua a violência, é preciso considerar uma das práticas mais contraditórias: o consumo da barbárie e da tragédia. Os programas de maior audiência não são os que cobram a justiça, mas os que exibem e exploram o ibope usando a tragédia. Hoje a violência é um produto bastante lucrativo na mídia.   Diante deste cenário horroroso, o texto abaixo de Thiago Cunha serve para meditar um pouco a respeito não da violência, mas da forma como reagimos quando estamos expostos a ela na mídia.   Obs.: o destaque em negrito não faz parte do texto original. Thiago Cunha Impressiona-me a forma como perseguimos a notícia. O furo de reportagem nos incentiva a superar os limites da máquina e do homem. Chegamos ao local do crime. Os rostos dos miseráveis parecem felizes com a nossa presença naquele lugar desconhecido. Sonham sair do ostracismo pelo caminho mais trágico: a notícia da morte violenta. Uma cena chocante: as pessoas sorriam e...